Conhecendo o Autor: Jorge Amado

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Por: Fábio Anhaia

Fonte: Wikipédia

Jorge Leal Amado de Faria ou apenas Jorge Amado foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros de todos os tempos. Jorge Amado é o autor mais adaptado do cinema, do teatro e da televisão. Verdadeiros sucessos como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Tereza Batista Cansada de Guerra foram criações suas. Sua obra literária, 49 livros, ao todo, também já foi tema de escolas de samba por todo o País. Seus livros foram traduzidos em 80 países, em 49 idiomas, bem como em braille e em fitas gravadas para cegos.

Integrou os quadros da intelectualidade comunista brasileira desde o final da primeira metade do século XX – ideologia presente em várias obras, como a retratação dos moradores do trapiche baiano em Capitães de Areia, de 1937.

Jorge foi superado, em número de vendas, apenas por Paulo Coelho. Mas em seu estilo, o romance ficcional, não há paralelo no Brasil. Em 1994, a sua obra foi reconhecida com o Prêmio Camões.

Em sua atuação literária apresentou duas fases distintas: primeiramente de claro cunho social e político, que podem ser vistas em obras como O País do Carnaval, Cacau, Suor, Jubiabá, Capitães de areia e Os subterrâneos da liberdade, entre outras. Já em obras como Gabriela, cravo e canela, Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos milagres, Tereza Batista cansada de guerra e Tieta do Agreste, pode-se ver um aspecto mais regionalista, segundo opinião do professor, crítico e historiador de literatura brasileira Alfredo Bosi.

A obra de Jorge já foi editada em 55 países, e vertida para 49 idiomas. Muitas de suas obras foram adaptadas para cinema, TV, teatro e rádio, bem como para histórias em quadrinhos. Em 1960 estreou na TV Tupi a adaptação de Gabriela, Cravo e Canela, de Antônio Bulhões de Carvalho e dirigida por Maurício Sherman. Em 1975, outra adaptação do romance Gabriela, feita por Walter George Durst estreou na televisão pela Rede Globo. Em 1976 estreou no cinema Dona Flor e seus Dois Maridos com direção de Bruno Barreto. O filme foi um sucesso de bilheteria, assistido por mais de dez milhões de espectadores. Ainda virou minissérie e peça. Em 1982 e 1987 estrearam, respectivamente, no teatro Capitães de Areia e O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá. A Rede Bandeirantes levou ao ar uma adaptação de Capitães de Areia a televisão em 1989. No mesmo ano, a Rede Globo estreou a telenovela Tieta, com direção de Reynaldo Boury, Ricardo Waddington, Luiz Fernando Carvalho e Paulo Ubiratan. Em 1995, a Rede Manchete adaptou a obra Tocaia Grande para televisão. Em 1998, foi ao ar mais uma adaptação da obra Dona Flor e Seus Dois Maridos, desta vez em formato de minissérie. Em 2012, o remake de 1975 de Gabriela foi exibido pela Rede Globo.

Lendas do Folclore Brasileiro: Boitatá

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Fonte: Wikipédia

Foram encontrados relatos do Boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560, como uma lenda indígena que descreve uma cobra de fogo de olhos enormes ou flamejantes.

Para os índios ele é “Mbaê-Tata”, ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios. A narrativa varia muito de região para região. Único sobrevivente de um grande dilúvio que cobriu a terra, o Boitatá escapou entrando num buraco e lá ficando, no escuro, motivo pelo qual seus olhos cresceram.

Outros dizem que é a alma de um malvado, que vai incendiando o mato à medida que passa. Por outro lado, em certos locais ele protege a floresta dos incêndios. Algumas vezes persegue os viajantes noturnos, ou é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata. Tem vários outros nomes: Cumadre Fulôzinha, Baitatá, Batatá, Bitatá, Batatão e Biatatá.

O Boitatá pode ser uma explicação mágica para o fogo-fátuo. A versão que predominou foi a do Rio Grande do Sul. Nessa Região, reza a Lenda que houve um período de noite sem fim nas Matas. Além da escuridão, houve uma enorme enchente causada por chuvas torrenciais. Assustados, os animais correram para um ponto mais elevado a fim de se protegerem. A Boiguaçu, uma Cobra que vivia numa gruta escura, acorda com a inundação e, faminta, decide sair em busca de alimento, com a vantagem de ser o único bicho acostumado a enxergar na escuridão. Decide comer a parte que mais lhe apetecia, os olhos dos animais e de tanto comê-los vai ficando toda luminosa, cheia de luz de todos esses olhos. O seu corpo transforma-se em ajuntadas pupilas rutilantes, bola de chamas, clarão vivo, Boitatá, Cobra de fogo. Ao mesmo tempo a alimentação farta deixa a Boiguaçu muito fraca. Ela morre e reaparece nas Matas serpenteando luminosa. Quem encontra esse ser fantástico nas campinas pode ficar cego, morrer e até enlouquecer. Assim, para evitar o desastre os Homens acreditam que têm que ficar parados, sem respirar e de olhos bem fechados. A tentativa de escapar da Cobra apresenta riscos porque o ente pode imaginar que a fuga é de alguém que ateou fogo nas Matas. No Rio Grande do Sul, acredita-se que o “Boitatá” é o protetor das Matas e das campinas. A verdade é que a ideia de uma cobra luminosa, protetora de campinas e dos campos aparece frequentemente na Literatura, sobretudo nas narrativas do Rio Grande do Sul.

A Profecia: Capítulo 5

Aldeia Iroquois – Google Imagens

Na manhã seguinte todos acordam na aldeia e notam o desaparecimento de Iboni e os quatro guerreiros, Kinobi é avisado e convoca uma reunião:

– Chame o Corvo Azul, ele precisa estar presente.

Panimbi então vai até a tenda do Corvo Azul e percebe que está vazia, Panimbi corre para avisar Kinobi mas tem uma surpresa, no caminho de volta ele encontra o Corvo Azul e o questiona:

– Corvo Azul, onde você estava? Kinobi convocou todos a uma reunião.

O Corvo Azul então responde:

– Estava na mata, não consegui dormir, então fui rezar ao Grande Espírito.

Panimbi olha com desconfiança e avisa:

– Precisamos ir, Iboni e quatro guerreiros estão desaparecidos.

O Corvo Azul se aproxima de Panimbi e pergunta:

– Você não os viu Panimbi?

Panimbi olha nos olhos do Corvo Azul e responde com receio:

– Não… e você Corvo Azul? Não encontrou com eles na mata?

O Corvo Azul se afasta, olha no fundo dos olhos de Panimbi e responde:

– Vi! Eu vi Iboni conversando com alguém antes de entrar mata adentro.

Antes que Panimbi pudesse questioná-lo Ynibi chega e os avisa:

– Corvo Azul, Panimbi, mau pai os aguarda!

Os três se dirigem a tenda de Kinobi, após a reunião todos chegam a conclusão de que Iboni e os guerreiros foram atrás da Rainha Negra, sendo assim o Corvo Azul achou melhor partir logo antes que algo de ruim pudesse acontecer com Iboni e os guerreiros. O Corvo Azul inicia sua jornada ao castelo da Rainha Negra, ele monta em seu cavalo e entra mata adentro, não demorou muito até encontrar um acampamento de soldados do reino.

– Olá! – Disse o Corvo Azul.

Os soldados o cercam e questionam:

– Quem é você Índio?

O Corvo Azul responde:

– Me chamo Tamaki! Quero que me levem a sua Rainha!

Os soldados o prendem e levaram-no ao castelo.

Castelo da Rainha Negra – Google Imagens

No castelo a Rainha Negra estava sentada em seu trono recebendo os informes matinais do reino até que é interrompida por um dos seus soldados:

– Minha Rainha, ele está aqui! Os soldados o encontraram na mata!

A rainha imediatamente levantou-se e respondeu:

– Tragam-no até mim!

Os guardas entram com o Corvo Azul preso:

– Finalmente está aqui! – Disse a Rainha.

– Ouvi muito sobre você, dizem que veio para salvar os Iroquois, pensei que fosse mais intimidador, não se parece um herói de guerra. – Disse a Rainha com um tom de deboche.

O Corvo Azul olha para a Rainha e revida:

– Não sou um herói de guerra, não vim para lutar, eu não estou aqui para derramar sangue, meu dever aqui é restaurar a paz, a paz que seu pai Rei Marx e o Chefe Inoby haviam estabelecido.

A Rainha, com um olhar tomado pelo ódio, se aproxima do Corvo Azul e responde:

– Essa Paz se foi, está morta e enterrada, junto a ela!

A Rainha vira-se e começa a caminhar em direção ao seu trono quando é interrompida pelo Corvo Azul:

– Eu posso ajuda-la, podemos fazer isso juntos!

 A Rainha para sua caminhada, vira-se para ele e responde com um olhar lacrimejante:

– Não tem como você trazer alguém de volta, não do mundo dos mortos.

O Corvo Azul responde:

– Kinobi não superou, mas eu posso ajuda-lo, ele tem outra filha, nunca esqueceu Tamaki e nem o que você fez, mas eu posso ajudá-lo a superar, mas antes preciso que você ceda, preciso que me ajude a restaurar a paz.

A Rainha então dá um sorriso e diz:

– Não estou falando da morte de Tamaki, levem-no daqui.

O Corvo Azul não entendendo muito do que a Rainha estava falando implora:

– Por favor Elisabeth, precisamos parar essa matança, me deixe ajudá-la, me explique os motivos e eu poderei conversar com Kinobi!

Os guardas se aproximam do Corvo Azul e quando ele percebe olha diretamente a Rainha Negra e diz:

– Você não pode me prender, jamais poderia.

 A Rainha então se levanta do trono e revida:

– Eu aposto que posso! Prendam-no AGORA!

O Corvo Azul então olha para a Rainha e com um sorriso começa a refletir uma luz sobre todo o seu corpo, uma luz que começa a crescer e crescer cada vez mais, a Rainha perplexa se senta em seu trono e diz:

– O que é você?!

De repente a luz começa a diminuir e o Corvo Azul com um olhar amoroso olha para a Rainha e responde:

 – Sou a luz da vida! Sou o amor do mundo! Sou a solução para você e os Iroquois!

Na aldeia, todos ficam alvoraçados com a chegada de um índigena, Batiki o único guerreiro que sobreviveu ao ataque da besta na floresta, Kinobi chega em meio a multidão e apavorado com o estado do jovem guerreiro questiona:

– Batiki? O que aconteceu? Onde está Iboni e os outros?

Com a voz tremula, Batiki responde:

– Estão todos mortos! Existe um mau na floresta, uma besta terrível! Ela nos atacou, tentamos fugir, mas ela nos alcançou, sobrevivi porque cai no rio, mas graças ao grande espírito Iboni me encontrou, disse que tem um jeito e ele vai deter a Rainha Negra!

Kinobi vai até sua tenda com Ynibi e Panimbi e os três começam a conversar:

– Eu não quero que ninguém saia da aldeia, vamos reforçar a segurança, precisamos nos proteger, se essa besta que matou nossos guerreiros resolver nos atacar precisamos estar preparados, não podemos arriscar. – Disse Kinobi.

– Vou reunir os guerreiros, vamos proteger nosso lar! – Disse Panimbi.

– E eu vou reunir as mulheres e crianças, precisamos nos proteger e ficar unidos! – Disse Ynibi.

De volta ao castelo, a Rainha Negra e o Corvo Azul conversam:

– Como você pode me ajudar? – Pergunta a Rainha.

– Nós precisamos começar a tratar dessa escuridão de dentro para fora Elisabeth, para que no final só haja luz! – Disse o Corvo Azul.

A Rainha olha para ele com um olhar de desconfiança e questiona:

– Como você sabe meu nome? Em nenhum momento eu te disse?

O Corvo Azul responde:

– Eu sei muita coisa sobre você Elisabeth, mas vamos começar devagar, uma coisa de cada vez.

Elisabeth percebe que ali pode estar nascendo uma amizade, o Corvo Azul não é como os outros indígenas, ele é compreensível e entende a ela e tudo o que se passa, mas esse pensamento se vai assim que ela lembra do que aconteceu naquela noite, na terrível noite da morte de Tamaki, a noite da Grande Tragédia, dos Anos de escuridão.

– Kinobi nunca irá me perdoar, eu mesma não me perdoaria, eu sinto muito Corvo Azul, mas acho que está errado, a paz nunca será restaurada e você sabe o motivo. – Disse a Rainha.

O Corvo Azul explica a Rainha que ele sabe de muita coisa que aconteceu no passado, ele sabe, pois consegue enxergar através da alma das pessoas, porém a alma da Rainha Negra é escura e de alguma forma há ali algo que ele não consegue ver.

– Eu não sei o real motivo, não sei o que te levou a fazer aquilo, mas se você me contar talvez possamos resolver, podemos fazer um novo tratado e acabamos com essa matança. – Disse o Corvo Azul.

A Rainha olha para ele com um olhar pensativo e responde:

– É tarde, nada vai voltar a ser como antes, está livre para ir!

– Eu vou ficar! Não saio daqui enquanto não mudarmos essa situação. – Disse o Corvo Azul.

– Pois bem, se você deseja ficar então fique, mas deixo claro que nunca vou deixar de caçá-los, nunca vou desistir, não haverá outro tratado. – Declara a Rainha.

General Kurtz – Google Imagens

Na mesa do jantar estavam todos reunidos, a Rainha Negra, o Rei Romeu, o general Kurtz que é o braço direito da Rainha e o Corvo Azul.

Em meio ao jantar o Rei questiona ao Corvo Azul:

– Então você é um espírito?

O Corvo Azul com um sorriso responde:

– Eu sou a resposta do chamado de ajuda, uma forma ancestral invocada pelos Iroquois.

– Um espírito! – Diz o general Kurtz e todos riem, menos o Corvo Azul que ficou pensativo.

– Chamem do que vocês quiserem, sou a ajuda e isso é o que importa. – Respondeu o Corvo Azul.

De repente um soldado desesperado entra no salão de jantar e grita:

– ELE ENTROU!!! TENTAMOS IMPEDIR, MAS NÃO TEM COMO PARA-LO!!!

Então uma terrível besta atravessa o corpo do soldado com suas garras enormes e o atira em cima da mesa.

O general levanta-se e convoca os guardas para proteger a Rainha que fica completamente apavorada com a cena que acabará de presenciar, o Rei pega em sua mão, mas ela não esboça reação alguma, simplesmente está em choque.

O Corvo Azul também muito impressionado com o que viu, se dirige a frente dos soldados e fica cara a cara com a fera:

– O que é você? – Questiona o Corvo Azul enquanto encara a terrível fera.

A besta o observa com um olhar como se compreendesse a pergunta e ao mesmo tempo procura a melhor forma de atacar. O Corvo Azul olha para o fundo dos olhos da besta e sente algo estranho.

–Magia Negra! Embaku! – Conclui o Corvo Azul.

Então a besta o ataca, o Corvo Azul ergue uma de suas mãos e de forma inacreditável segura a mão da besta e em seguida proferiu algumas palavras estranhas e a besta fuge do castelo sem se quer olhar para trás.

No meio da floresta a besta cai e começa a se contorcer como se estivesse passando por uma transformação, se arrastando pelo chão e sentindo seus músculos se contorcerem, a besta se transforma em um homem, não só um homem, ela se transforma em Iboni, e ali em meio àquela floresta completamente nu, Iboni desmaia.

Iboni volta aquela caverna e encontra o monstro de fogo que olha fixamente a ele e diz:

– Você é fraco, eu te dou o maior dos poderes e você fracassa, você precisa deixar suas crenças antigas para trás e só assim poderá se tornar o mais poderoso dos guerreiros

– Eu vou, vou conseguir! Me deixe voltar e dessa vez eu não falharei! – Respondeu Iboni.

Tudo escurece novamente e Iboni acorda em meio a mata.

Lendas do Folclore Brasileiro: A Cuca.

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Fonte: todamatéria.com.br e culturagenial.com

A Cuca é uma personagem do folclore brasileiro, trata-se de uma bruxa velha com aparência assustadora que possui cabeça de jacaré e unhas imensas, dona de uma voz assustadora, a Cuca rapta as crianças desobedientes. Reza a lenda que a bruxa Cuca dorme uma vez a cada sete anos. Por isso, os pais tentam convencer as crianças a dormirem nas horas corretas pois, do contrário, serão levadas pela Cuca.

Uma versão feminina do “bicho-papão”, a Cuca é conhecida por devorar as crianças mal-comportadas, o escritor e folclorista brasileiro Amadeu Amaral resumiu a sua simbologia, descrevendo-a como uma “entidade fantástica com que se mete medo às criancinhas”.

Criada para assustar os “meninos inquietos, insones ou faladores”, como explicou Câmara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro, se configura como uma ameaça que pode assumir várias aparências diferentes.

Conhecendo o Autor: William P. Young

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Por: Fábio Anhaia

Fonte: Wikipédia

William Paul Young é um escritor canadense, mais conhecido por sua obra A Cabana, esse grande sucesso editorial de William P. Young, vendeu mais de 15 milhões de cópias pelo mundo. O mais velho de quatro filhos, Young passou grande parte da sua infância na Papua-Nova Guiné, junto com seus pais missionários, numa comunidade tribal.

Os membros da tribo vieram a se tornar parte de sua família, o fato de ser a única criança branca na comunidade e que sabia falar sua língua veio a garantir um incomum acesso à cultura e à comunidade local. Pagou seus estudos religiosos trabalhando como DJ, salva-vidas e em diversos outros empregos temporários.

Formou-se em Religião no estado Oregon, nos Estados Unidos. A sua obra mais conhecida é A Cabana, em 2012 publicou sua segunda obra A Travessia. Além de escritor, foi fundador da Editora Windblown.

Inspirações: As mulheres da minha vida

Por: Fábio Anhaia

A nossa vida é rodeada de mulheres inspiradoras, mulheres que trabalham, cuidam da família, da casa, mulheres que enfrentaram e enfrentam o mundo preconceituoso e dominado por homens ao qual vivemos. A minha vida não é diferente, ao longo desses vinte e cinco anos conheci muitas mulheres incríveis, mas duas delas eu não deixo de exaltar nunca, tamanho orgulho que sinto.

Amanda, minha irmã é incrível, uma mulher de apenas vinte e um anos, mas que já tem uma opinião fortíssima, aliais isso é o que mais admiro nela. Amanda não leva desaforo para casa, repudia preconceito e machismo, defende suas teses com muito vigor, minha irmã com toda a certeza do mundo é uma mulher incrível.

Minha mãe é uma verdadeira guerreira, eu sei que isso parece clichê, mas acredite não é, só eu sei o que ela enfrentou e enfrenta, mesmo assim ela não desiste nunca. Cheia de opinião (foi daqui que minha irmã herdou) minha mãe não baixa a cabeça para nada e nem ninguém. Uma mulher forte é pouco para descreve-la.

Essas duas mulheres são grandes inspirações, dentre tantas outras mulheres que já passaram em minha vida, elas marcam a minha história, me inspiram e me ensinam.

O orgulho que sinto por tê-las ao meu lado é gigantesco, não tenho como descrever a admiração quando elas opinam em discussões importantes, saber que minha avó e minha mãe criaram e educaram duas mulheres para sobreviver ao mundo horrível ao qual vivemos é emocionante.

E você, conta para mim qual é a mulher mais inspiradora que você conhece.

Top cinco livros de Nicholas Sparks

Por: Fábio Anhaia

Fonte: Google Books

Nicholas Sparks é um dos maiores autores da atualidade, responsável por diversos romances de sucessos ele encanta o leitor a cada novo livro. Abaixo separamos uma lista com cinco desses romances.

5 – Um amor para recordar

Aos 17 anos, a vida de Landon Carter muda para sempre. Largado pela namorada e sem companhia para o baile da escola, ele está desesperado para dar a volta por cima. Como as garotas que lhe interessam já têm par, sua única opção é alguém impensável: Jamie Sullivan, a filha do pastor da igreja que frequenta. Para Landon e seus amigos, Jamie é muito esquisita. Anda sempre com as mesmas roupas, não usa maquiagem, vive com o cabelo preso e carrega a Bíblia surrada para todos os lados. A vida dela gira em torno do pai viúvo, do resgate de animais feridos e do seu trabalho como voluntária num orfanato. Nenhum garoto jamais a chamou para sair – até Landon fazer o convite. A menina aceita com uma condição: ele não pode se apaixonar por ela. A princípio, parece uma tarefa fácil, mas o garoto se pega passando cada vez mais tempo com Jamie, e uma transformação pessoal começa a acontecer.

4 – Uma Longa Jornada

Aos 91 anos, com problemas de saúde e sozinho no mundo, Ira Levinson sofre um terrível acidente de carro. Enquanto luta para se manter consciente, a imagem de Ruth, sua amada esposa que morreu há nove anos, surge diante dele. Mesmo sabendo que é impossível que ela esteja ali, Ira se agarra a isso e relembra momentos de sua longa vida em comum: o dia em que se conheceram, o casamento, o amor dela pela arte, os dias sombrios da Segunda Guerra e seus efeitos sobre eles e suas famílias. Perto dali, Sophia Danko, uma jovem estudante de história da arte, acompanha a melhor amiga até um rodeio. Lá é assediada pelo ex-namorado e acaba sendo salva por Luke Collins, o caubói que acabou de vencer a competição. Ele e Sophia começam a conversar e logo percebem como é fácil estarem juntos. Luke é completamente diferente dos rapazes privilegiados da faculdade. Ele não mede esforços para ajudar a mãe e salvar a fazenda da família. Aos poucos, Sophia começa a descobrir um novo mundo e percebe que Luke talvez tenha o poder de reescrever o futuro que ela havia planejado. Isso se o terrível segredo que ele guarda não puser tudo a perder. Ira e Ruth. Luke e Sophia. Dois casais de gerações diferentes que o destino cuidará de unir, mostrando que, para além do desespero, da dificuldade e da morte, a força do amor sempre nos guia nesta longa jornada que é a vida.

3 – Querido John

Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.

2 – A Última Música

Aos 17 anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo quando seus pais se divorciam e seu pai decide se mudar para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que Ronnie e seus irmãos iriam passar as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. Ele, por sua vez, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de reaproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes de o verão acabar. É quando ela conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, apaixona-se profundamente por ele, abrindo-se aos poucos para uma experiência que lhe proporcionará imensa felicidade e dor, jamais sentidas.

1 – Diário de uma paixão

Duke é um homem simples com uma vida modesta, mas amou alguém de todo o coração e, para ele, isso sempre foi suficiente. Na clínica de repouso em que vive, Duke se dedica a ler poemas para os outros pacientes, mas, para uma senhora que sofre de Alzheimer, e somente para ela, lê um diário especial à espera de que um milagre aconteça. Nele está escrita a emocionante história de Allie Nelson e Noah Calhoun, dois jovens que descobrem o verdadeiro significado da paixão, mas são separados por uma série de obstáculos e mal-entendidos. Muitos anos depois, a vida dá conta de uni-los novamente e a paixão volta com todo o seu fulgor. Já noiva de um bem-sucedido advogado, Allie precisa optar entre manter o rumo estável de sua vida e se entregar ao verdadeiro amor, correndo todos os riscos. Com a leitura do diário, Duke recorda a própria vida e, às vezes, a senhora consegue romper as barreiras da doença e retomar sua antiga identidade alegre e vivaz. E, sempre que isso acontece, Duke tem a certeza de que o amor relatado nas páginas do diário é a força mais poderosa do Universo.

Apaixonantes, sempre demonstrando a força do amor esses romances conquistam todo e qualquer leitor que dedicar um tempinho para lê-los.

A Profecia: Capítulo 1

Autor: Fábio Anhaia

Capítulo 1 – A Grande Tragédia, Anos de Escuridão.

A muitos e muitos anos atrás, em uma aldeia localizada no nordeste dos Estados Unidos da América, a tribo dos Iroquois celebra a chegada do herdeiro e filho do chefe, o pequeno Tamaki que na língua dos indígenas significa Corvo Azul. O dia é especial, É uma grande celebração com fartura de alimentos e bebidas especiais, é um dia feliz que ficará na memória de todos.

Kinobi, Ybambi e TamakiGoogle Imagens

Elizabeth é a rainha de Avalor, um reino localizado próximo a aldeia dos Iroquois. Os antecessores da rainha Elisabeth invadiram e assassinaram muitas tribos dos Iroquois para construir o seu reinado, mas no fim de todas as guerras um tratado foi assinado pelo chefe Inaby e o Rei Marx que eram até então líderes da tribo e do reino.

A paz durou cerca de 15 anos, não havia mortes e nem batalhas até a noite do nascimento do pequeno Tamaki. Nessa noite os exércitos da rainha Elisabeth invadiram a tribo dos Iroquois e assassinaram centenas de indígenas.

 – Pegue Tamaki, fuja pela floresta, encontre um lugar seguro e não faça barulho até o fim dessa batalha, vou encontrar vocês pela manhã. – Disse o chefe Kinobi.

Ybambi a esposa do chefe correu o máximo que podia com o pequeno Tamaki nos braços, porém foi alcançada pelos soldados e morta junto com a criança. A grande tragédia aconteceu.

Ybambi e TamakiGoogle Imagens

No fim da batalha Kinobi encontrou o corpo da esposa e do filho próximo ao rio, um grande círculo com todos os indígenas que restaram se formou e juntos eles fazem uma oração pedindo para que o espirito de Ybambi e Tamaki se juntem ao grande espirito e descansem em paz.

Kinobi jurou se vingar de Elisabeth, passou os meses seguintes pensando em qual fora o motivo para a rainha desrespeitar o tratado e dar a ordem de ataque a tribo dos Iroquois, sem encontrar respostas e cheio de raiva no coração Kinobi jurou se vingar.

 – Vou vingar meu filho e minha esposa, isso não ficará assim, não descansarei enquanto a maldita rainha Elisabeth pagar pelo que fez. – Disse Kinobi.

Os indígenas tentaram ataques ao reino de Elisabeth diversas vezes, todas sem sucesso, muito sangue indígena foi derramado e eles nunca venceram uma batalha sequer.

– É hora de parar, muito sangue indígena foi derramado em vão, Elisabeth ainda irá pagar pelo que fez, mas esse dia não será hoje. – Disse Kinobi a seus guerreiros.

Após tantas tentativas Kinobi e os sobreviventes da tribo dos Iroquois entraram floresta a dentro e se esconderam do reinado de Elisabeth por muitos e muitos anos. Elisabeth por sua vez, continuava a caça-los e mata-los um por um.

 – Todos devem ser mortos, guerreiros, mulheres, crianças e velhos, não quero que sobre nenhuma criatura dessa raça. – Disse Elisabeth a seus soldados.

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Anos se passaram e a lei continuou sendo a mesma, todos os indígenas que fossem encontrados deveriam ser entregues a rainha e mortos pelos soldados. E foi assim que se iniciou os anos de escuridão.

O Tão Aguardado 20 de Julho de 2021

Por: Fábio Anhaia

Estive procurando as palavras certas durante essa semana para agradecer tanto amor, carinho e apoio que venho recebendo esses últimos dias. Esse ano tem sido uma montanha russa para mim, são tantos sentimentos, tantas coisas acontecendo, algumas fenomenais, outros terríveis e mesmo assim tenho recebido tanto afeto.

Nesse dia 20 de julho de 2021 quero começar agradecendo a Deus, pois sei que sem ele nada teria sido possível, sem ele eu não estaria onde estou, nesse momento tão incrível e importante para mim Deus sempre esteve ao meu lado. Quero agradecer a minha família por todo o apoio que estão me dando, saber que vocês sentem, nem que seja um pouquinho, mas sentem orgulho de mim é satisfatório demais. Quero agradecer aos meus amigos amados, vocês são incrivelmente perfeitos.

E por fim quero agradecer a você leitor, a você que aguardou esse momento comigo, que contou os dias para ler Descobrindo o Amor, para você que acompanha os posts no site, para você que me enviou mensagem, fica aqui meu muito obrigado!

Quero agradecer em especial algumas pessoas: Renato, Suelen, Natasha, Rafael, Luana, Thais, Jaci, Cassi, Vó Sonia, Vó Nena, Tia Bruna, Tia Cátia, Leticia e Ione.

Vocês foram as primeiras pessoas a ler o livro e eu estou muito feliz com isso, são pessoas especais para mim e eu espero que tenham ou estejam curtido cada página.

Nesse aniversário quem ganha o presente sou eu, tantos amigos, tantos leitores, tantas conquistas, algumas perdas, mas o mais importante, quanto amor recebi até aqui!

Conhecendo o Autor: J. K. Rowling

Imagem Google

Por: Fábio Anhaia

Fonte: Wikipédia

Joanne “Jo” Rowling, mais conhecida como J. K. Rowling, é uma escritora, roteirista e produtora cinematográfica britânica, notória por escrever a série de livros Harry Potter. Os livros ganharam uma popularidade mundial, recebendo múltiplos prêmios e vendendo mais de 500 milhões de cópias. Eles se tornaram a série literária mais vendida da história. A Warner Bros. adaptou os livros para o cinema, fazendo com que os filmes entrassem na lista de filmes de maior bilheteria.

Depois de trabalhar na Anistia Internacional em Londres, Rowling e seu namorado decidiram se mudar para Manchester, onde trabalhou na Câmara de Comércio. Em 1990, enquanto estava em uma viagem de trem de Manchester para Londres, a ideia da história de um jovem garoto estudando em uma escola de magia simplesmente “apareceu” em sua cabeça.

Quando chegou em seu apartamento em Clapham Junction, ela começou a escrever imediatamente. Em dezembro do mesmo ano, Anne, a mãe de Rowling, morreu depois de sofrer de esclerose múltipla por dez anos. Rowling estava escrevendo Harry Potter na época e nunca havia contado a sua mãe sobre isso. Sua morte afetou drasticamente a escrita de Rowling, e ela conectou seus sentimentos de perda com os de Harry quando escreveu detalhadamente o que ele sentia sobre a perda de seus pais no primeiro livro.

Embora escreva, geralmente, sob o nome de J. K. Rowling, seu nome verdadeiro é Joanne Rowling. Antes da publicação do primeiro romance, a editora Bloomsbury temia que garotos não se interessassem por um livro escrito por uma mulher, então seus editores pediram que ela utilizasse duas iniciais e seu sobrenome. Como não tinha nome do meio, escolheu a letra K como a segunda inicial de sua pseudônimo, em homenagem a sua avó paterna Kathleen.

Em julho de 2011, Rowling saiu da empresa de seu agente, Christoper Little, e se mudou para uma nova agência fundada por um de seus funcionários, Neil Blair. Em 23 de fevereiro de 2012, sua agência, a Blair Partnership, anunciou no próprio website que Rowling lançaria um novo livro, dessa vez tendo os adultos como público-alvo. Em um comunicado de imprensa, Rowling disse que o novo livro seria bem diferente de Harry Potter.

Em abril de 2012, Little, Brown and Company anunciou que o livro era intitulado Morte Súbita e que seria lançado em 27 de setembro de 2012. Rowling deu várias entrevistas e fez aparições para promover o livro, incluindo no Southbank Centre, em Londres, no Festival Literário de Cheltenham, no programa Charlie Rose e no Lennoxlove Book Festival. Em suas três primeiras semanas de lançamento, Morte Súbita vendeu pouco mais de 1 milhão de cópias ao redor do mundo.

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