Lendas do Folclore Brasileiro: Cidade Encantada

Fonte: dentrodahistoria.com.br

A lenda da Cidade Encantada surgiu na praia de Jericoacoara, no estado do Ceará, e conta a história da princesa Carolina. Ela vivia junto com seus pais em uma cidade feita de areia dourada e água do mar.

Certo dia, enquanto se divertia brincando pela areia, a princesa Carolina viu uma passagem entre as pedras e, quando se aproximou, uma bruxa terrível a transformou em uma serpente. Após alguns anos, duas crianças que brincavam na praia ouviram um canto triste e descobriram que era a princesa Carolina que se lamentava pelo que havia acontecido. Juntas, as crianças livraram a jovem do feitiço e a ajudaram a voltar a sua forma humana.

Depois de ter sido salva, a princesa retornou para casa e a cidade encantada foi coberta pela areia da praia se tornando um paraíso subterrâneo.

Matéria Especial: Sereias

Fonte: Wikipédia

Sereia ou sirena é uma figura da mitologia, presente em lendas que serviram para personificar aspectos do mar ou os perigos que ele representa. Quase todos os povos que dependiam do mar para se alimentar ou sobreviver, tinham alguma representação feminina que enfeitiça os homens até se afogarem. O mito das criaturas híbridas, representadas na mitologia grega, como um ser que continha o corpo de um pássaro e a delicadeza de uma mulher. Ao longo do tempo, transfiguram-se na Idade Média em mulheres metade peixe. É provável que o mito tenha tido origem em relatos da existência de animais com características próximas daqueles que, mais tarde, foram classificados como sirénios.

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A mitologia grega foi a quem mais colaborou com o imaginário ocidental. Em 1 100 a.C., eles criaram não só as sereias como as sirenas: mulheres-pássaros que causavam naufrágios ao distrair marinheiros com a voz. Diferentemente das mulheres-peixe, nunca se apaixonavam por humanos. Eram filhas do deus-rio Aqueloo, criadas para serem amigas de Perséfone, filha de Zeus e Deméter.

Filhas do rio Achelous e da musa Terpsícore, tal como as harpias, habitavam os rochedos entre a ilha de Capri e a costa da Itália. Eram tão lindas e cantavam com tanta doçura que atraíam os tripulantes dos navios que passavam por ali para os navios colidirem com os rochedos e afundarem. Odisseu, personagem da Odisseia de Homero, conseguiu salvar-se porque colocou cera nos ouvidos dos seus marinheiros e amarrou-se ao mastro de seu navio, para poder ouvi-las sem poder aproximar-se. As sereias representam na cultura contemporânea o sexo e a sensualidade.

Na Grécia Antiga, porém, os seres que atacaram Odisseu eram, na verdade, retratados como sendo sereias, mulheres que ofenderam a deusa Afrodite e foram viver numa ilha isolada. Se assemelham às harpias, mas possuem penas negras, uma linda voz e uma beleza única.

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No Folclore Brasileiro também aparecem registros desse ser mitológico, Iara ou Mãe-d’água, segundo o folclore brasileiro, é uma linda sereia que vive no rio Amazonas. No litoral do Rio Grande do Sul, mais precisamente nas praias de Torres, existe a lenda que uma sereia protege um esconderijo repleto de diamantes e pedras preciosas.

Esta sereia, conforme a lenda, aparece na entrada de uma gruta, sempre na meia-noite de toda sexta-feira de lua cheia. Se alguém tiver a sorte de ver a sereia e presenteá-la com um pente, sem nada perguntar, descobrirá onde está enterrado o tesouro.

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Lendas Urbanas: A Bruxa de Ferro

Fonte: fantasia.fandom.com

No final da década de 50, em uma pequena cidade havia um pequeno hospital que cuidava de crianças que tinham problemas nos ossos e com essas crianças trabalhava uma enfermeira que era muito estranha.

Um dia essa mesma enfermeira se apegou muito a uma das crianças que já não estava tão bem, ela estava ligada a alguns aparelhos e usava alguns aparelhos que sustentavam o peso de suas pernas e braços.

Um dia a enfermeira não aguentando mais ver o estado em que a criança se encontrava decidiu que colocaria um fim em sua vida, assim matou a criança desligando os aparelhos e logo em seguida como forma de manter a criança sempre por perto colocou os extensores que a criança usava em seus braços e pernas em seu próprio corpo, não aguentando a crueldade que havia cometido se suicidou se jogando dentro do poço que havia nos fundos do hospital.

Algum tempo depois o pequeno hospital foi encerrado e em seu lugar foi construído um orfanato, desde sua inauguração já havia relatos de estranhos acontecimentos, como sussurros e o barulho do que parecia ferro se arrastando pelo chão, mas nenhum adulto deu importância, imaginavam que eram apenas barulhos por causa da ala antiga do hospital encerrado.

Depois de algum tempo resolveram fechar o orfanato, restando apenas umas poucas crianças para serem transferidas, foi nesse momento que coisas bizarras começaram a acontecer, toda noite crianças ouviam barulhos metálicos e viam o vulto de uma mulher horrível caminhar pelo corredor da ala em que estavam.

Um dia uma das crianças quebrou a perna e essa dava gritos terríveis dizendo que a bruxa de ferro que tinha feito aquilo, mas os adultos não acreditaram imaginando que a criança havia caído da escada, deram o caso por encerrado e não falaram mais no assunto.

Uma noite uma das meninas entrou gritando no quarto acordando todas as crianças que saíram correndo pelos corredores do orfanato, algumas ficaram frente a frente com uma mulher horrível, toda deformada e com ferragens pelo corpo, ela aponta seu dedo imundo para as crianças dizendo que sugaria suas almas e depois as mataria, as crianças saíram gritando pelo corredor, até que encontraram com o zelador que não acreditava na criatura horrível que estava vendo.

Todos enfim conseguiram sair de dentro do orfanato, mas se deram conta de que faltava uma criança, mas ninguém tinha coragem de entrar novamente para saber o que tinha acontecido.

Passaram a noite fora do prédio e na manhã seguinte foram procurar a garotinha que havia sumido e para desespero de todos ela foi encontrada morta e com todo seu corpo retorcido, mas ainda agarrada ao seu ursinho.

Diz a lenda que desse dia em diante o fantasma dessa bruxa segue assombrando os orfanatos e quebrando os ossos das crianças para tentar colocar as ferragens em seus corpos.

Lendas do Folclore Brasileiro: Pai do Mato

Fonte: dentrodahistoria.com.br

Muito conhecida no estado de Goiás, na região centro-oeste do país, a lenda do Pai do Mato conta a história de um ser folclórico que protege os animais.

O Pai do Mato é meio homem e meio bicho, pois possui cabelos longos, unhas grandes, dentes afiados e patas de bode. Mesmo com a aparência diferente, o Pai do Mato é conhecido como um ser que cuida dos animais e ataca somente as pessoas que querem fazer mal aos bichos que vivem na floresta.

Todas as noites ele sai pelas matas montado em seu porco-do-mato para conferir se todos os animais estão em segurança.

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Curiosidades: Uma matéria sobre Dragões.

Fonte: Wikipédia

Dragões ou dragos (do grego δράκων, drákōn) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drákōn e é usada para definir grandes serpentes.

Em vários mitos são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.

Os dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mitos criados pela humanidade.

Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.

Por terem formas relativamente grandes, geralmente é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.

Se você for curioso como eu, no link abaixo você pode acompanhar uma matéria muito legal sobre esse mito.

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/dinossauros-deuses-mito-dos-dragoes-ao-longo-dos-milenios/

Lendas do Folclore Brasileiro: Chico Rei

Fonte: dentrodahistoria.com.br

A lenda do Chico Rei surgiu na cidade de Ouro Preto, no estado de Minas Gerais. Conta-se na região que Chico era rei em uma aldeia no Congo e foi trazido para o Brasil contra sua vontade para trabalhar como escravo nas minas de ouro.

Depois de trabalhar muitos anos nas minas de Ouro Preto, Chico juntou uma grande quantia de dinheiro para comprar sua liberdade e também sua própria mina de ouro. Por meio das pedras preciosas de sua mina, Chico ganhou muito dinheiro e conseguiu libertar diversos escravos.

Dessa forma, Chico também se tornou rei no Brasil por sua história de determinação e luta para ajudar os escravos da época.

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Lendas Urbanas: Carona do Além

Fonte: fantasia.fandom.com

No Dia de Finados, uma mulher está voltando de uma visita que fez para sua tia, já falecida e enterrada no Cemitério do Gama. No caminho de volta, ela, avista na beirada da estrada, um homem de terno preto com o rosto todo desfigurado, acenando querendo carona.

Assustada com aquela criatura horrorosa, a moça acelera o carro e sai cantando pneu pela estrada, naquela escuridão. Atormentada com o Fantasma que a pedia Carona, a cada quinze minutos, o Fantasma, aparecia na beira da estrada lhe pedindo Carona, e ela acelerava ainda mais, inconformada e nervosa com a perseguição que o Fantasma lhe fazia.

Chegou um certo momento na Estrada, que o pneu do Carro de Paula explodiu, após ela sem querer cantar tanto pneu, com os sustos do Fantasma, que o pneu estava a cada vez mais careca e acabou explodindo. Sozinha e sem pneu para o carro, e ainda mais, com medo, Paula, vagarosamente saiu do carro, para procurar alguém que poderia lhe ajudar a arranjar um pneu novo, mas em volta, havia só mato, mato e mais mato, e ela a cada vez mais apavorada e com medo do espírito aparecer de novo.

Andando mais um pouco, ela encontrou um pequeno rancho e lá dentro um homem trabalhava, ela chegou mais próximo e contou ao homem o que lhe acontecera, o homem era engenheiro, e ali dentro do rancho, havia um pneu que o homem não usava, a acompanhou e colocou o pneu no carro dela, mais aliviada, ela pediu obrigado e seguiu viagem, quando estava no caminho, e foi olhar para o espelho, no banco de trás, ela viu o Homem que estava lhe pedindo carona, sentado. Sem reações e aflita de medo, ela o perguntou:

— Porque você me segue?

E ele respondeu:

— Custa dar uma carona para mim? Estou indo para onde você vai!

Ou seja, o que ele quis dizer, é que iria de volta para o Mundo dos Mortos, e ela também pois estava morta, quando sofrera um acidente de carro, minutos antes, deste Fantasma lhe começar a pedir carona, o que aconteceu é que quando o espírito sai do corpo e ele não encontra seu corpo morto, ele pensa estar vivo.

Lendas do Folclore Brasileiro: Capelobo

Fonte: Wikipédia

É um monstro com corpo de homem, focinho de anta ou de tamanduá e pés de girafa, que perambula durante as noites, em busca de algum alimento, lá pelas bandas do rio Xingu. Adora comer as cabeças de cães e gatos recém-nascidos, também adora beber o sangue de gente e de outros animais rasgando-lhes a carótida. Só pode ser morto com um tiro na região do umbigo. É uma espécie de lobisomem indígena

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Lendas do Folclore Brasileiro: Boi-Vaquim

Fonte: museuregionaldesaojoaodelrei.museus.gov.br

A lenda do Boi Vaquim surgiu entre os vaqueiros que habitaram a região Sul do país. O touro mítico, com aspas de ouro e asas de pássaro, soltava faíscas pelos chifres e amedrontava os moradores da região. Este personagem causava um misto de fascínio e medo nos moradores do Rio Grande do Sul. Alguns vaqueiros temem encontrar a fera durante suas cavalgadas, enquanto outros, em busca de fama, sonham em laçar e dominar o Boi Vaquim.

ArtStation - Boi Vaquim
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Assim é descrito por Mário Souto Maior:

Mete medo aos camponeses porque faísca fogo das pontas das guampas e tem olhos de diamante. É preciso ser muito bom, muito forte e muito corajoso para laçá-lo e estar montado num cavalo bom de patas e de rédeas.

Lendas Urbanas: O Trem Fantasma

Fonte: sorocabana.org.br

Adriano, Maurício e Gustavo, eram três amigos inseparáveis, que cresciam juntos desde a infância. No vilarejo onde eles moravam, uma estrada ferroviária passava nas proximidades, porém, já estava abandonada há muitos anos. Havia também naquele pequeno município, um senhor viúvo chamado Afonso, que se aposentou pela estrada de ferro, trabalhando mais de 30 anos de sua vida, onde no passado ele fora um excelente maquinista.

O senhor Afonso passava mais de 6 horas todos os dias, sentado no banco de uma antiga e pequena Estação de Trem, onde antigamente servia somente para embarque e desembarque de trabalhadores, ou seja, pessoas que trabalhavam numa empresa mineradora que se localizava nas redondezas daquele município. Todos os moradores locais achavam muito estranho os hábitos do senhor Afonso e colocavam até mesmo a sua sanidade em dúvida, pois sempre que perguntavam o que ele estava fazendo ali, o velho respondia:

— Estou esperando ele voltar…. Eu sei que ele vai voltar…

— Mas ele quem senhor Afonso? – Perguntavam os moradores.

E ele sempre respondia:

— O meu Trem, que irá trazer o meu filho de volta…

E em seguida o velho deixava cair algumas lágrimas de saudades de seu filho e da sua antiga profissão. Mas o que pensar disso tudo? Se aquela estrada de ferro não funcionava mais, não tinha nenhuma locomotiva em atividade? Mas o velho sempre respondia a mesma coisa… No passado, o senhor Afonso por conta do destino havia perdido o seu único filho, que morreu tragicamente tentando saltar de sua locomotiva em funcionamento. Isso talvez tenha deixado profundas sequelas na mente daquele velho maquinista.

 Aqueles garotos Adriano, Maurício e Gustavo, após adquirirem uma certa idade de aproximadamente 8 anos, começaram a brincar em lugares mais afastados de suas casas, inclusive naquela velha Estação de Trem, onde encontravam todos os dias com o senhor Afonso. Eles ainda não sabiam da triste realidade que aquele senhor vinha carregando há muitos anos.

Em um determinado dia, os garotos então resolveram brincar com aquele velho, dizendo para ele que eles ouviram o barulho da locomotiva e que em breve ela estaria chegando ali naquela estação. Os olhos do senhor Afonso voltaram a brilhar de uma forma diferente. Ele se levantou imediatamente, retirou um pequeno pente de seu bolso e penteou rapidamente o seu cabelo para trás. Num piscar de olhos, a cor do céu e todo o cenário em sua volta mudou e lá de longe vinha ela, a velha Maria-fumaça, apitando e fumegando como sempre, agora de encontro com o seu velho e amigo maquinista, o senhor Afonso.

— Meninos! Vocês estão certos… o meu Trem está chegando e vem trazendo o meu filho! Quero levá-los para um passeio!

Os garotos, encantados com toda aquela magia, nem prestaram muita atenção nos detalhes e queriam mesmo era dar uma volta naquele Trem. Aquela Maria-fumaça, guiada por ninguém, então estaciona em frente aquela velha Estação e ele procura janela por janela, mas infelizmente não consegue encontrar o seu filho. Ele agora friamente sobe e entra na cabine. Os garotos também entram no primeiro vagão e se acomodam cada um em seu assento, onde aguardam pela janela o apito anunciando a sua partida. O trem então parte e some para sempre…

Meses depois, uma outra história se repetia naquele vilarejo. Três mães desesperadas se dirigiam todos os dias para aquela velha Estação de Trem e ali ficavam sentadas, aguardando o tempo todo. Quando alguém lhes perguntava o que elas estavam fazendo ali, todas elas respondiam ao mesmo tempo: – Estamos esperando eles voltarem… e bem próximo dali algumas crianças brincavam… inclusive uma delas acabava de gritar:

— Olhem, o Trem está chegando, eu acabei de escutar…

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