Curiosidades: Uma matéria sobre Dragões.

Fonte: Wikipédia

Dragões ou dragos (do grego δράκων, drákōn) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drákōn e é usada para definir grandes serpentes.

Em vários mitos são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.

Os dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mitos criados pela humanidade.

Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.

Por terem formas relativamente grandes, geralmente é comum que estas criaturas apareçam como adversários mitológicos de heróis lendários ou deuses em grandes épicos que eram contados pelos povos antigos, mas esta não é a situação em todos os mitos onde estão presentes. É comum também que sejam responsáveis por diversas tarefas míticas, como a sustentação do mundo ou o controle de fenômenos climáticos. Em qualquer forma, e em qualquer papel mítico, no entanto, os dragões estão presentes em milhares de culturas ao redor do mundo.

Se você for curioso como eu, no link abaixo você pode acompanhar uma matéria muito legal sobre esse mito.

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/dinossauros-deuses-mito-dos-dragoes-ao-longo-dos-milenios/

Lendas do Folclore Brasileiro: Chico Rei

Fonte: dentrodahistoria.com.br

A lenda do Chico Rei surgiu na cidade de Ouro Preto, no estado de Minas Gerais. Conta-se na região que Chico era rei em uma aldeia no Congo e foi trazido para o Brasil contra sua vontade para trabalhar como escravo nas minas de ouro.

Depois de trabalhar muitos anos nas minas de Ouro Preto, Chico juntou uma grande quantia de dinheiro para comprar sua liberdade e também sua própria mina de ouro. Por meio das pedras preciosas de sua mina, Chico ganhou muito dinheiro e conseguiu libertar diversos escravos.

Dessa forma, Chico também se tornou rei no Brasil por sua história de determinação e luta para ajudar os escravos da época.

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Lendas Urbanas: Carona do Além

Fonte: fantasia.fandom.com

No Dia de Finados, uma mulher está voltando de uma visita que fez para sua tia, já falecida e enterrada no Cemitério do Gama. No caminho de volta, ela, avista na beirada da estrada, um homem de terno preto com o rosto todo desfigurado, acenando querendo carona.

Assustada com aquela criatura horrorosa, a moça acelera o carro e sai cantando pneu pela estrada, naquela escuridão. Atormentada com o Fantasma que a pedia Carona, a cada quinze minutos, o Fantasma, aparecia na beira da estrada lhe pedindo Carona, e ela acelerava ainda mais, inconformada e nervosa com a perseguição que o Fantasma lhe fazia.

Chegou um certo momento na Estrada, que o pneu do Carro de Paula explodiu, após ela sem querer cantar tanto pneu, com os sustos do Fantasma, que o pneu estava a cada vez mais careca e acabou explodindo. Sozinha e sem pneu para o carro, e ainda mais, com medo, Paula, vagarosamente saiu do carro, para procurar alguém que poderia lhe ajudar a arranjar um pneu novo, mas em volta, havia só mato, mato e mais mato, e ela a cada vez mais apavorada e com medo do espírito aparecer de novo.

Andando mais um pouco, ela encontrou um pequeno rancho e lá dentro um homem trabalhava, ela chegou mais próximo e contou ao homem o que lhe acontecera, o homem era engenheiro, e ali dentro do rancho, havia um pneu que o homem não usava, a acompanhou e colocou o pneu no carro dela, mais aliviada, ela pediu obrigado e seguiu viagem, quando estava no caminho, e foi olhar para o espelho, no banco de trás, ela viu o Homem que estava lhe pedindo carona, sentado. Sem reações e aflita de medo, ela o perguntou:

— Porque você me segue?

E ele respondeu:

— Custa dar uma carona para mim? Estou indo para onde você vai!

Ou seja, o que ele quis dizer, é que iria de volta para o Mundo dos Mortos, e ela também pois estava morta, quando sofrera um acidente de carro, minutos antes, deste Fantasma lhe começar a pedir carona, o que aconteceu é que quando o espírito sai do corpo e ele não encontra seu corpo morto, ele pensa estar vivo.

Lendas do Folclore Brasileiro: Capelobo

Fonte: Wikipédia

É um monstro com corpo de homem, focinho de anta ou de tamanduá e pés de girafa, que perambula durante as noites, em busca de algum alimento, lá pelas bandas do rio Xingu. Adora comer as cabeças de cães e gatos recém-nascidos, também adora beber o sangue de gente e de outros animais rasgando-lhes a carótida. Só pode ser morto com um tiro na região do umbigo. É uma espécie de lobisomem indígena

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Lendas do Folclore Brasileiro: Boi-Vaquim

Fonte: museuregionaldesaojoaodelrei.museus.gov.br

A lenda do Boi Vaquim surgiu entre os vaqueiros que habitaram a região Sul do país. O touro mítico, com aspas de ouro e asas de pássaro, soltava faíscas pelos chifres e amedrontava os moradores da região. Este personagem causava um misto de fascínio e medo nos moradores do Rio Grande do Sul. Alguns vaqueiros temem encontrar a fera durante suas cavalgadas, enquanto outros, em busca de fama, sonham em laçar e dominar o Boi Vaquim.

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Boi Vaquim – Google Imagens

Assim é descrito por Mário Souto Maior:

Mete medo aos camponeses porque faísca fogo das pontas das guampas e tem olhos de diamante. É preciso ser muito bom, muito forte e muito corajoso para laçá-lo e estar montado num cavalo bom de patas e de rédeas.

Lendas Urbanas: O Trem Fantasma

Fonte: sorocabana.org.br

Adriano, Maurício e Gustavo, eram três amigos inseparáveis, que cresciam juntos desde a infância. No vilarejo onde eles moravam, uma estrada ferroviária passava nas proximidades, porém, já estava abandonada há muitos anos. Havia também naquele pequeno município, um senhor viúvo chamado Afonso, que se aposentou pela estrada de ferro, trabalhando mais de 30 anos de sua vida, onde no passado ele fora um excelente maquinista.

O senhor Afonso passava mais de 6 horas todos os dias, sentado no banco de uma antiga e pequena Estação de Trem, onde antigamente servia somente para embarque e desembarque de trabalhadores, ou seja, pessoas que trabalhavam numa empresa mineradora que se localizava nas redondezas daquele município. Todos os moradores locais achavam muito estranho os hábitos do senhor Afonso e colocavam até mesmo a sua sanidade em dúvida, pois sempre que perguntavam o que ele estava fazendo ali, o velho respondia:

— Estou esperando ele voltar…. Eu sei que ele vai voltar…

— Mas ele quem senhor Afonso? – Perguntavam os moradores.

E ele sempre respondia:

— O meu Trem, que irá trazer o meu filho de volta…

E em seguida o velho deixava cair algumas lágrimas de saudades de seu filho e da sua antiga profissão. Mas o que pensar disso tudo? Se aquela estrada de ferro não funcionava mais, não tinha nenhuma locomotiva em atividade? Mas o velho sempre respondia a mesma coisa… No passado, o senhor Afonso por conta do destino havia perdido o seu único filho, que morreu tragicamente tentando saltar de sua locomotiva em funcionamento. Isso talvez tenha deixado profundas sequelas na mente daquele velho maquinista.

 Aqueles garotos Adriano, Maurício e Gustavo, após adquirirem uma certa idade de aproximadamente 8 anos, começaram a brincar em lugares mais afastados de suas casas, inclusive naquela velha Estação de Trem, onde encontravam todos os dias com o senhor Afonso. Eles ainda não sabiam da triste realidade que aquele senhor vinha carregando há muitos anos.

Em um determinado dia, os garotos então resolveram brincar com aquele velho, dizendo para ele que eles ouviram o barulho da locomotiva e que em breve ela estaria chegando ali naquela estação. Os olhos do senhor Afonso voltaram a brilhar de uma forma diferente. Ele se levantou imediatamente, retirou um pequeno pente de seu bolso e penteou rapidamente o seu cabelo para trás. Num piscar de olhos, a cor do céu e todo o cenário em sua volta mudou e lá de longe vinha ela, a velha Maria-fumaça, apitando e fumegando como sempre, agora de encontro com o seu velho e amigo maquinista, o senhor Afonso.

— Meninos! Vocês estão certos… o meu Trem está chegando e vem trazendo o meu filho! Quero levá-los para um passeio!

Os garotos, encantados com toda aquela magia, nem prestaram muita atenção nos detalhes e queriam mesmo era dar uma volta naquele Trem. Aquela Maria-fumaça, guiada por ninguém, então estaciona em frente aquela velha Estação e ele procura janela por janela, mas infelizmente não consegue encontrar o seu filho. Ele agora friamente sobe e entra na cabine. Os garotos também entram no primeiro vagão e se acomodam cada um em seu assento, onde aguardam pela janela o apito anunciando a sua partida. O trem então parte e some para sempre…

Meses depois, uma outra história se repetia naquele vilarejo. Três mães desesperadas se dirigiam todos os dias para aquela velha Estação de Trem e ali ficavam sentadas, aguardando o tempo todo. Quando alguém lhes perguntava o que elas estavam fazendo ali, todas elas respondiam ao mesmo tempo: – Estamos esperando eles voltarem… e bem próximo dali algumas crianças brincavam… inclusive uma delas acabava de gritar:

— Olhem, o Trem está chegando, eu acabei de escutar…

Lendas do Folclore Brasileiro: Corpo-Seco

Corpo-Seco - Lenda do Corpo-Seco Folclore Brasileiro - Escola Educação
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Fonte: Wikipédia e Mundo Educação

Um homem muito cruel que surrava a própria mãe, ao morrer foi rejeitado por Deus e o Diabo. Não foi enterrado, porque a própria terra enojada, vomitou seu corpo, assim perambula por aí com o corpo todo podre, ainda cheio de ódio no coração, fazendo mal a todos os que cruzam o seu caminho. Há relatos desta lenda nos estados de São Paulo, Paraná, Amazonas, Minas Gerais e na região Centro-Oeste.

Tradicionalmente o corpo-seco é um ser amaldiçoado, uma espécie de morto-vivo. Ocupa a forma de um cadáver que foi expelido pela terra, que se recusou a devorar o seu corpo. Segundo a lenda, isso aconteceu porque esse ser foi uma pessoa terrível em vida, tendo um rol enorme de maldades cometidas. As maldades do defunto eram tão grandes que tanto Deus como o diabo não aceitaram sua alma.

Assim, corpo-seco foi condenado a vagar pela Terra, pois o céu e o inferno o recusaram. A aparência desse ser é aterrorizadora, e conta-se que ele possui um corpo ressecado que se resume a ossos e couro. Sua aparência é complementada com suas grandes unhas e cabelos, que não param de crescer jamais.

Os graves pecados cometidos por corpo-seco variam de região para região. Em determinada região do país, fala-se que ele foi uma pessoa que torturou e matou a própria mãe; em outros locais, fala-se que era um homem que cometia todo o tipo de maldade contra todos que o cercavam; há também aqueles que falam que o corpo-seco foi alguém que fez uma promessa a Deus e não a cumpriu, sendo punido dessa forma.

Lendas do Folclore Brasileiro: Cobra-grande ou Boiuna

Atividade com lendas: Lenda da cobra grande para 4º e 5º ano - Hora de  Colorir - Atividades escolares
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Fonte: Wikipédia

A boiuna, ou cobra-grande, é um mito amazônico de origem ameríndia. Serpente lendária da Região Norte, que mora entre as rochas dos rios e lagoas, de onde sai para afundar barcos. Quando ela sai das rochas, troveja, lança raios e faz chover, também pode imitar as formas das embarcações, atraindo náufragos para o fundo do rio.

Se a chuva é muito forte e ameaçadora de novo dilúvio, toma a forma de arco-íris e serena as águas. Ainda segundo a lenda, a lua é a cabeça da serpente, as estrelas são os olhos e o arco-íris é o sangue da cobra-grande.

Lendas do Folclore Brasileiro: Mapinguari

Mapinguari: a famosa lenda do 'Monstro da Amazônia' – Portal do Minuto
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Fonte: Wikipédia

Monstro que ainda hoje aterroriza os moradores da floresta na região amazônica. Segundo as descrições o Mapinguari é uma criatura parecida com um macaco, mais alto que um homem, de pelo escuro, com grande focinho que lembra o de um cachorro, garras pontiagudas, uma pele de jacaré, um ou dois olhos e que exala um forte mau cheiro.

Segundo o índio Domingos Parintintin, líder de uma tribo, ele só pode ser morto com uma pancada na cabeça. Mas há grande risco, pois, a criatura tem o poder de fazer a vítima ficar tonta e “ver o dia virar noite”.

David Oren, ex-diretor de pesquisa no Museu Paraense Emílio Goeldi, afirma que a lenda do Mapinguari é uma reminiscência de possíveis contatos de homens primitivos com as últimas preguiças gigantes que viveram na região.

A persistência de relatos recentes de avistamento levou a cientistas organizarem expedições à região, que não resultaram, contudo, em encontro com ou identificação do animal.

Lendas do Folclore Brasileiro: Iara

ArtStation - Iara, Jânio Garcia
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Fonte: Wikipédia e Toda Matéria.

Relatada no Brasil desde o século XVI, a lenda da Iara é parte da mitologia universal, sendo uma variante da figura da sereia. No princípio, Iara se chamava Ipupiara, um homem-peixe que levava pescadores para o fundo do rio, onde os devorava. No século XVIII ocorreu a mudança, e o Ipupiara se tornou a sedutora sereia Uiara ou Iara, que enfeitiça os pescadores com sua beleza e canto e os leva para o fundo das águas. Por vezes ela assume a forma humana completa e sai em busca de suas vítimas.

A Lenda Brasileira:

Reza a lenda que a Iara era uma corajosa guerreira dona de uma beleza invejável. Por esse motivo, os irmãos sentiam inveja dela e resolvem matá-la.

Todavia, no momento do combate, pelo fato de possuir habilidades guerreiras, Iara consegue inverter a situação e acaba matando seus irmãos.

Diante disso, com muito medo da punição de seu pai, o pajé da tribo, Iara resolve fugir, mas seu pai consegue encontrá-la. Como castigo pela morte dos irmãos, ele resolve lançá-la ao rio.

Os peixes do rio resolvem salvar a bela jovem transformando-a na sereia Iara. Desde então, Iara habita os rios amazônicos conquistando homens e depois levando-os ao fundo do rio, os quais morrem afogados.

Acredita-se que se o homem consegue escapar dos encantos de Iara fica louco, num estado de torpor e somente um pajé poderá curá-lo.

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